AMIGOS E INIMIGOS...
A CHEGADA DA ONÇA BEBER SUA ÁGUA... SE ESTIVER SUJA.. ELA NÃO BEBE... VAI DESCANSAR COMO UM BOM FELINO.... E VOLTA MAIS TARDE... PARA TOMAR A SUA AGUA...
ASSIM VOCES ESTÃO PRONTOS DE NOVO PARA VOTAR... E DIZER EM QUEM GOSTARIA VENCESSE A ELEIÇÃO...
DEUS NÃO NOS DESAMPARA... MAS NEM DEUS ESSE ANO... MUDA A ROTA DESSA INSANIA ESCOLHA DO POVO BRASILEIRO... QUE SO VOTA NO JÁ GANHOU... E ELA A JUMENTA.... SIM UM BURRO SO CASARIA COM UMA JUMENTA E VAI DAR BELOS FILHOTES....
HIENAS QUE CRESCERÃO COMENDO CARNIÇA... E RINDO DE SUA PROPRIA DESGRAÇA... AMIGOS ... VOCES SÃO TESTEMUNHAS DE QUE FALO O QUE VAI ACONTECER... HAVERA UMA BALBURDIA DE URNAS ELETRONICAS QUE JA ESTARÃO PRE-PROGRAMADAS TANTO QUE VOTOS DADOS A OUTRO CANDIDATOS NANICOS... IRÃO POR CERTO PROGRAMADOS PARA QUE OS POBRES NÃO POSSAM ESCOLHER EM QUEM VOTAR...
TERÃO QUE ESCOLHER ELA OU ELA.... E NA PORTA DO CARTORIO ELEITORAL ... MARQUETEIROS ESTARÃO PARA LHE CONVENCER QUE ELA É A UNICA DECENTE... E QUE O RESTO... É RESTO...
ASSIM TUDO QUE ESTA ACONTECENDO NESTES DIAS QUE ANTECEDEM A ELEIÇÃO E OS JUIZES ESTÃO CONIVENTES COM AS IMPROBRIDADES ADMINISTRATIVAS.... SÃO BALELAS...
TUDO PODE PARA ESSE GOVERNO ESPURIO... COMO DIRIA BORIS CASOY... TUDO ISSO É UMA VERGONHA... E EU ENDOSSO... UMA VERDADEIRA CALAMIDADE PÚBLICA... DE FEZES HUMANAS QUE ESTÃO CAGANDO E ANDANDANTO COMO OS SEM TERRAS A BUSCA DE COMIDA... DINHEIRO E SOMBRA E AGUA FRESCA...
JA VIU ALGUM PETISTA TRABALHAR... NÃO HÁ NINGUÉM... NINGUÉM HONESTO... E TRABALHADOR QUE DEVERIA TER PELO MENOS UM BRASILEIRO QUE SE DIGNE E POSSA DIZER QUE É LIVRE DE QUALQUER SUSPEITA...
AMIGOS E INIMIGOS QUE TODOS VOCES TENHAM UM MOMENTO DE CONSCIÊNCIA PARA QUE NOSSOS NETOS E BISNETOS NÃO SEJAM PARIAS DE UM MOMENTO NA HISTORIA CONTEMPORÂNEA UM BEBADO E UMA GUERRILHEIRA CONSEGUIRAM AMANCEBAR... E AI ESTA A DUPLA... CAGADO E MIJADO
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
ARREPIOS.... DE ARNALDO JABOR.... VALE A PENA LER
Os grandes arrepios
17 de agosto de 2010 | 0h 00
Arnaldo Jabor, arnaldo.jabor@estadao.com.br - O Estado de S.Paulo
Hoje começa o circo da propaganda eleitoral, o desfile de horrores da política brasileira. Os dois carros-chefes do desfile, Dilma e Serra, correrão na frente de um trem fantasma de caras e bocas e bochechas que traçam um quadro sinistro do Brasil, fragmentado em mil pedaços - o despreparo, a comédia das frases, dos gestos, das juras de amor ao povo, da ostentação de dignidades mancas.
Os candidatos equilibram bolas no nariz como focas amestradas, dão "puns" de talco, dão cambalhotas no ar como babuínos de bunda vermelha, voando em trapézios para a macacada se impressionar e votar neles. Os candidatos têm de comer pastéis de vento, de carne, de palmito, buchada de bode e dizer que gostaram, têm de beber cerveja com bicheiros e vagabundos, têm de abraçar gordos fedorentos e aguentar velhinhas sem dente, beijar criancinhas mijadas, têm de ostentar atenção forçada aos papos com idiotas, têm de gargalhar e dar passinhos de "rebolation" quando gostariam de chorar no meio-fio - palhaços de um teatrinho absurdo num país virtual, num grande pagode onde a verdade é mentira e vice-versa.
Ninguém quer o candidato real; querem o que ele não é. A política virou um parafuso espanado que não rola mais na porca da vida social, mas todos fingem que só pensam no povo e não em futuras maracutaias.
Arrepios voltaram. Ninguém sabe o que vai acontecer. Só nos resta o mau ou bom agouro, o palpite, a orelha coçando, o cara ou coroa. Meu primeiro arrepio foi em 54. Estou do lado do rádio e ouço o Repórter Esso: "O presidente Vargas acaba de se suicidar com um tiro no peito!" O mundo quebrou com o peito de Getúlio sangrando, as empregadas correndo e chorando.
Estou no estribo de um bonde, em 61. "O Jânio Quadros renunciou!", grita um sujeito. Gelou-me a alma. Afinal, eu votara pela primeira vez naquele caspento louco (o avô "midiático" do Lula), mais carismático que o careca do general Lott. Eu já sentira arrepios quando ele proibiu biquínis nas praias. Tínhamos elegido um louco - não seria o único...
Em 64, dias antes do golpe militar - o comício da Central do Brasil. Serra também estava, falando, de presidente da UNE. Clima de vitória do "socialismo" que Jango nos daria (até para fazer "revolução" precisamos do governo...). Tochas dos bravos operários da Petrobrás, hinos, Jango discursando, êxtase político: seríamos a pátria do socialismo carnavalesco. Volto para casa, eufórico, mas, já no ônibus, passando no Flamengo, vejo uma vela acesa em cada janela da classe média, em sinal de luto pelo comício de "esquerda". Na noite "socialista", cada janela era uma estrelinha de direita. "Não vai dar certo essa porra..." - pensei, arrepiado. Não deu.
Ainda em 64, festa do "socialismo" no teatro da UNE. 31 de março, 11 da noite. Elza Soares, Nora Ney, Grande Otelo comemoram o show da vitória. No dia seguinte, a UNE pegava fogo, apedrejada por meus coleguinhas fascistas da PUC. Na capa da revista O Cruzeiro, um baixinho feio, vestido de verde-oliva me olha. Quem é? É o novo presidente, Castelo Branco. Corre-me o arrepio na alma: minha vida adulta foi determinada por aquele dia. O sonho virou um pesadelo de 20 anos.
Depois, vem o Costa e Silva, outro arrepio, sua cara de burro triste e, pior, sua mulher perua brega no poder. Aí, começaram as passeatas, assembleias contra a ditadura. Costa e Silva tinha alguns traços populistas e resolveu dialogar com os líderes do movimento democrático. Uma comissão vai conversar com o presidente. Aí, outro absurdo - os membros da comissão se recusam a vestir paletó e gravata na entrada do palácio: "Não usamos gravatas burguesas!" e o encontro fracassa. Ninguém lembra disso; só eu, que sou maluco e olho os detalhes.
Tancredo entrou no hospital e arrepiou-me o sorriso deslumbrado dos médicos de Brasília no Fantástico, amparando o presidente como um boneco de ventríloquo; tremeu-me o corpo quando vi que nossa história fora mudada por um micróbio em seu intestino.
Arrepiou-me ver o Sarney, homem da ditadura, posando de "oligarca esclarecido" na transição democrática, com seu jaquetão de "teflon", até hoje intocado. Assustei-me com a moratória de 87, aterrorizou-me a inflação de 80% ao mês. E, depois, vejo a foto do Collor na capa da Veja - com todo mundo dizendo: "Ele é jovem, bonito, macho...", revirando os olhos numa veadagem ideológica. Foi um período tragicômico, com a nação olhando pela fechadura da "Casa da Dinda" para saber do seu destino. Depois o período do "impeachment", dos caras-pintadas, num breve refresco dos arrepios. Durante Itamar, a letargia jeca-tatu, só quebrada pela mudança na economia com o Plano Real que FHC fez (que depois foi roubado pelo Lula, claro...). Aí, 1994, o ano da esperança, Brasil tetra na Copa e um grande intelectual de esquerda subindo ao poder. Mas meu arrepio histórico logo voltou, quando vi que a Academia em peso odiava FHC por inveja e rancor, criando chavões como "neoliberalismo", "alianças espúrias" (infantis, comparadas com a era Lula). Os radicais de cervejaria ou de estrebaria não deram um escasso crédito de confiança a FHC que veio com uma nova agenda, para reformar o Estado patrimonialista.
Durante o mandato, o próprio governo FHC cometeu seu erro máximo que até hoje repercute - não explicou didaticamente para a população a revolução estrutural que realizava: estabilização da economia, lei de responsabilidade fiscal, privatizações essenciais, consolidação da dívida interna, saneamento bancário que nos salvou da crise de hoje, telefonia, tudo aquilo que, depois, Lula desapropriou como obra sua. É arrepiante ver a mentira com 80% de ibope.
Arrepiou-me a morte de Sergio Motta, Mário Covas e Luís Eduardo Magalhães, levando para o túmulo a autoestima do PSDB, o partido que se esvai e apanha calado.
Hoje, estamos diante do mistério: Dilma ou Serra? Teremos a sabotagem radical de tropas pelegas impedindo Serra de governar ou o "revival" do arremedo de socialismo que já era ridículo em 63? Arrepio-me.
17 de agosto de 2010 | 0h 00
Arnaldo Jabor, arnaldo.jabor@estadao.com.br - O Estado de S.Paulo
Hoje começa o circo da propaganda eleitoral, o desfile de horrores da política brasileira. Os dois carros-chefes do desfile, Dilma e Serra, correrão na frente de um trem fantasma de caras e bocas e bochechas que traçam um quadro sinistro do Brasil, fragmentado em mil pedaços - o despreparo, a comédia das frases, dos gestos, das juras de amor ao povo, da ostentação de dignidades mancas.
Os candidatos equilibram bolas no nariz como focas amestradas, dão "puns" de talco, dão cambalhotas no ar como babuínos de bunda vermelha, voando em trapézios para a macacada se impressionar e votar neles. Os candidatos têm de comer pastéis de vento, de carne, de palmito, buchada de bode e dizer que gostaram, têm de beber cerveja com bicheiros e vagabundos, têm de abraçar gordos fedorentos e aguentar velhinhas sem dente, beijar criancinhas mijadas, têm de ostentar atenção forçada aos papos com idiotas, têm de gargalhar e dar passinhos de "rebolation" quando gostariam de chorar no meio-fio - palhaços de um teatrinho absurdo num país virtual, num grande pagode onde a verdade é mentira e vice-versa.
Ninguém quer o candidato real; querem o que ele não é. A política virou um parafuso espanado que não rola mais na porca da vida social, mas todos fingem que só pensam no povo e não em futuras maracutaias.
Arrepios voltaram. Ninguém sabe o que vai acontecer. Só nos resta o mau ou bom agouro, o palpite, a orelha coçando, o cara ou coroa. Meu primeiro arrepio foi em 54. Estou do lado do rádio e ouço o Repórter Esso: "O presidente Vargas acaba de se suicidar com um tiro no peito!" O mundo quebrou com o peito de Getúlio sangrando, as empregadas correndo e chorando.
Estou no estribo de um bonde, em 61. "O Jânio Quadros renunciou!", grita um sujeito. Gelou-me a alma. Afinal, eu votara pela primeira vez naquele caspento louco (o avô "midiático" do Lula), mais carismático que o careca do general Lott. Eu já sentira arrepios quando ele proibiu biquínis nas praias. Tínhamos elegido um louco - não seria o único...
Em 64, dias antes do golpe militar - o comício da Central do Brasil. Serra também estava, falando, de presidente da UNE. Clima de vitória do "socialismo" que Jango nos daria (até para fazer "revolução" precisamos do governo...). Tochas dos bravos operários da Petrobrás, hinos, Jango discursando, êxtase político: seríamos a pátria do socialismo carnavalesco. Volto para casa, eufórico, mas, já no ônibus, passando no Flamengo, vejo uma vela acesa em cada janela da classe média, em sinal de luto pelo comício de "esquerda". Na noite "socialista", cada janela era uma estrelinha de direita. "Não vai dar certo essa porra..." - pensei, arrepiado. Não deu.
Ainda em 64, festa do "socialismo" no teatro da UNE. 31 de março, 11 da noite. Elza Soares, Nora Ney, Grande Otelo comemoram o show da vitória. No dia seguinte, a UNE pegava fogo, apedrejada por meus coleguinhas fascistas da PUC. Na capa da revista O Cruzeiro, um baixinho feio, vestido de verde-oliva me olha. Quem é? É o novo presidente, Castelo Branco. Corre-me o arrepio na alma: minha vida adulta foi determinada por aquele dia. O sonho virou um pesadelo de 20 anos.
Depois, vem o Costa e Silva, outro arrepio, sua cara de burro triste e, pior, sua mulher perua brega no poder. Aí, começaram as passeatas, assembleias contra a ditadura. Costa e Silva tinha alguns traços populistas e resolveu dialogar com os líderes do movimento democrático. Uma comissão vai conversar com o presidente. Aí, outro absurdo - os membros da comissão se recusam a vestir paletó e gravata na entrada do palácio: "Não usamos gravatas burguesas!" e o encontro fracassa. Ninguém lembra disso; só eu, que sou maluco e olho os detalhes.
Tancredo entrou no hospital e arrepiou-me o sorriso deslumbrado dos médicos de Brasília no Fantástico, amparando o presidente como um boneco de ventríloquo; tremeu-me o corpo quando vi que nossa história fora mudada por um micróbio em seu intestino.
Arrepiou-me ver o Sarney, homem da ditadura, posando de "oligarca esclarecido" na transição democrática, com seu jaquetão de "teflon", até hoje intocado. Assustei-me com a moratória de 87, aterrorizou-me a inflação de 80% ao mês. E, depois, vejo a foto do Collor na capa da Veja - com todo mundo dizendo: "Ele é jovem, bonito, macho...", revirando os olhos numa veadagem ideológica. Foi um período tragicômico, com a nação olhando pela fechadura da "Casa da Dinda" para saber do seu destino. Depois o período do "impeachment", dos caras-pintadas, num breve refresco dos arrepios. Durante Itamar, a letargia jeca-tatu, só quebrada pela mudança na economia com o Plano Real que FHC fez (que depois foi roubado pelo Lula, claro...). Aí, 1994, o ano da esperança, Brasil tetra na Copa e um grande intelectual de esquerda subindo ao poder. Mas meu arrepio histórico logo voltou, quando vi que a Academia em peso odiava FHC por inveja e rancor, criando chavões como "neoliberalismo", "alianças espúrias" (infantis, comparadas com a era Lula). Os radicais de cervejaria ou de estrebaria não deram um escasso crédito de confiança a FHC que veio com uma nova agenda, para reformar o Estado patrimonialista.
Durante o mandato, o próprio governo FHC cometeu seu erro máximo que até hoje repercute - não explicou didaticamente para a população a revolução estrutural que realizava: estabilização da economia, lei de responsabilidade fiscal, privatizações essenciais, consolidação da dívida interna, saneamento bancário que nos salvou da crise de hoje, telefonia, tudo aquilo que, depois, Lula desapropriou como obra sua. É arrepiante ver a mentira com 80% de ibope.
Arrepiou-me a morte de Sergio Motta, Mário Covas e Luís Eduardo Magalhães, levando para o túmulo a autoestima do PSDB, o partido que se esvai e apanha calado.
Hoje, estamos diante do mistério: Dilma ou Serra? Teremos a sabotagem radical de tropas pelegas impedindo Serra de governar ou o "revival" do arremedo de socialismo que já era ridículo em 63? Arrepio-me.
um pra mim... outro pra voce...
Em uma cidadezinha do interior havia um abacateiro carregado dentro do cemitério.
Dois amigos decidiram entrar lá à noite (quando não havia vigilância) e pegar todos os abacates.
Eles pularam o muro, subiram a árvore com as sacolas penduradas no ombro e começaram a distribuir o 'prêmio'.
Um pra mim, um pra você.
Um pra mim, um pra você.
Pô, você deixou dois caírem do lado de fora do
muro!
Não faz mal, depois que a gente terminar aqui pegamos os outros dois.
Então tá bom, mais um pra mim, um pra você.
Um bêbado, passando do lado de fora do cemitério, escutou esse negócio de 'um pra mim e um pra você' e saiu correndo para a delegacia.
Chegando lá, virou para o policial:
- Seu guarda, vem comigo! Deus e o diabo estão no cemitério dividindo as almas dos mortos!
- Ah, cala a boca bêbado.
- Juro que é verdade, vem comigo.
Os dois foram até o cemitério, chegaram perto do muro e começaram a escutar...
- Um para mim, um para você...
O guarda assustado:
- É verdade! É o dia do apocalipse!
Eles estão dividindo as almas dos mortos! O que será que vem
depois?
- Um para mim, um para você. Pronto, acabamos aqui. E agora?
- Agora a gente vai lá fora e pega os dois que estão do outro lado do muro...
COOOOOOORREEEEEEEEEEEEEEE...
Dois amigos decidiram entrar lá à noite (quando não havia vigilância) e pegar todos os abacates.
Eles pularam o muro, subiram a árvore com as sacolas penduradas no ombro e começaram a distribuir o 'prêmio'.
Um pra mim, um pra você.
Um pra mim, um pra você.
Pô, você deixou dois caírem do lado de fora do
muro!
Não faz mal, depois que a gente terminar aqui pegamos os outros dois.
Então tá bom, mais um pra mim, um pra você.
Um bêbado, passando do lado de fora do cemitério, escutou esse negócio de 'um pra mim e um pra você' e saiu correndo para a delegacia.
Chegando lá, virou para o policial:
- Seu guarda, vem comigo! Deus e o diabo estão no cemitério dividindo as almas dos mortos!
- Ah, cala a boca bêbado.
- Juro que é verdade, vem comigo.
Os dois foram até o cemitério, chegaram perto do muro e começaram a escutar...
- Um para mim, um para você...
O guarda assustado:
- É verdade! É o dia do apocalipse!
Eles estão dividindo as almas dos mortos! O que será que vem
depois?
- Um para mim, um para você. Pronto, acabamos aqui. E agora?
- Agora a gente vai lá fora e pega os dois que estão do outro lado do muro...
COOOOOOORREEEEEEEEEEEEEEE...
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sorria... afinal não aconteceu contigo
domingo, 15 de agosto de 2010
bafo no dentista... cuide-se
O BAFO NO DENTISTA
Após um nutritivo e saboroso 69 com sua namorada,
Haroldo se lembra que tem uma consulta dentária naquela tarde.
Terminado o ato, Haroldo teme que o dentista note seu bafo de vagina e
escova os dentes 457 vezes, passa o fio dental 247 e bebe 14 litrosde Listerine.
Chegando ao consultório, coloca 25 balas de HALLS preto e é atendido pelo
Dr. João Carlos que lhe orienta a sentar-se na cadeira.
Posicionado e com a boca aberta, Haroldo se tranqüiliza e deixa o profissional fazer seu trabalho..
O dentista aproxima-se da boca de Haroldo e afirma categórico:
- Porra Haroldo, como você faz um 69antes de vir ao dentista?
Sacanagem isso...
- Estou com bafo de xana, Doutor?
- Não, sua testa é que está com cheiro de cú!
Moral da história:
O excesso de preocupação com o óbvio, nos faz esquecer dos detalhes.
Após um nutritivo e saboroso 69 com sua namorada,
Haroldo se lembra que tem uma consulta dentária naquela tarde.
Terminado o ato, Haroldo teme que o dentista note seu bafo de vagina e
escova os dentes 457 vezes, passa o fio dental 247 e bebe 14 litrosde Listerine.
Chegando ao consultório, coloca 25 balas de HALLS preto e é atendido pelo
Dr. João Carlos que lhe orienta a sentar-se na cadeira.
Posicionado e com a boca aberta, Haroldo se tranqüiliza e deixa o profissional fazer seu trabalho..
O dentista aproxima-se da boca de Haroldo e afirma categórico:
- Porra Haroldo, como você faz um 69antes de vir ao dentista?
Sacanagem isso...
- Estou com bafo de xana, Doutor?
- Não, sua testa é que está com cheiro de cú!
Moral da história:
O excesso de preocupação com o óbvio, nos faz esquecer dos detalhes.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
ALLAN KARDECC
Resumo
O pseudônimo "Allan Kardec", segundo biografias, foi adotado pelo Prof. Rivail a fim de diferenciar a Codificação Espírita dos seus trabalhos pedagógicos anteriores. Segundo algumas fontes, o pseudônimo foi escolhido pois um espírito revelou-lhe que haviam vivido juntos entre os druidas, na Gália, e que então o Codificador se chamava "Allan Kardec".[2]
No 4º Congresso Mundial em Paris (2004), o médium brasileiro Divaldo Pereira Franco psicografou uma mensagem atribuída ao espírito de León Denis em francês (invertida) declarando que Allan Kardec fora a reencarnação de Jan Hus, um reformador religioso do século XV. Esta informação já foi dada em diversas fontes diferentes[3][4][5][6], o que está de acordo com o Controle Universal do Ensino dos Espíritos, que Kardec definiu da seguinte forma: "uma só garantia séria existe para o ensino dos Espíritos - a concordância que haja entre as revelações que eles façam espontaneamente, servindo-se de grande número de médiuns estranhos uns aos outros e em vários lugares."[7]
[editar] Biografia
[editar] A juventude e a atividade pedagógica
Allan Kardec e sua esposa Amélie Gabrielle Boudet.Nascido numa antiga família de orientação católica com tradição na magistratura e na advocacia, desde cedo manifestou propensão para o estudo das ciências e da filosofia.
Fez os seus estudos na Escola de Pestalozzi, no Castelo de Zahringenem, em Yverdon-les-Bains, na Suíça (país protestante), tornando-se um dos seus mais distintos discípulos e ativo propagador de seu método, que tão grande influência teve na reforma do ensino na França e na Alemanha. Aos quatorze anos de idade já ensinava aos seus colegas menos adiantados, criando cursos gratuitos para os mesmos. Aos dezoito, bacharelou-se em Ciências e Letras.
Concluídos os seus estudos, o jovem Rivail retornou ao seu país natal. Profundo conhecedor da língua alemã, traduzia para este idioma diferentes obras de educação e de moral, com destaque para as obras de François Fénelon, pelas quais manifestava particular atração. Conhecia a fundo os idiomas francês, alemão, inglês e holandês, além de dominar perfeitamente os idiomas italiano e espanhol.
Era membro de diversas sociedades, entre as quais da Academia Real de Arras, que, em concurso promovido em 1831, premiou-lhe uma memória com o tema "Qual o sistema de estudos mais de harmonia com as necessidades da época?".[8]
A 6 de fevereiro de 1832 desposou Amélie Gabrielle Boudet. Em 1824, retornou a Paris e publicou um plano para aperfeiçoamento do ensino público. Após o ano de 1834, passou a lecionar, publicando diversas obras sobre educação, e tornou-se membro da Real Academia de Ciências Naturais[9].
Como pedagogo, o jovem Rivail dedicou-se à luta para uma maior democratização do ensino público. Entre 1835 e 1840, manteve em sua residência, à rua de Sèvres, cursos gratuitos de Química, Física, Anatomia[10] comparada, Astronomia e outros. Nesse período, preocupado com a didática, criou um engenhoso método de ensinar a contar e um quadro mnemônico da História de França, visando facilitar ao estudante memorizar as datas dos acontecimentos de maior expressão e as descobertas de cada reinado do país.
As materias que lecionou como pedagogo são: Química, Matemática, Astronomia, Física, Fisiologia, Retórica, Anatomia Comparada e Francês [11].
[editar] Das mesas girantes à Codificação
Kardec em 1865.Conforme o seu próprio depoimento, publicado em Obras Póstumas, foi em 1854 que o Prof. Rivail ouviu falar pela primeira vez do fenômeno das "mesas girantes", bastante difundido à época, através do seu amigo Fortier, um magnetizador de longa data. Sem dar muita atenção ao relato naquele momento, atribuindo-o somente ao chamado magnetismo animal de que era estudioso, só em maio de 1855 sua curiosidade se voltou efetivamente para as mesas, quando começou a frequentar reuniões em que tais fenômenos se produziam.
Durante este período, também tomou conhecimento do fenômeno da escrita mediúnica - ou psicografia, e assim passou a se comunicar com os espíritos. Um desses espíritos, conhecido como um "espírito familiar", passa a orientar os seus trabalhos. Mais tarde, este espírito iria lhe informar que já o conhecia no tempo das Gálias, com o nome de Allan Kardec. Assim, Rivail passa a adotar este pseudônimo, sob o qual publicou as obras que sintetizam as leis da Doutrina Espírita[12].
Convencendo-se de que o movimento e as respostas complexas das mesas deviam-se à intervenção de espíritos, Kardec dedicou-se à estruturação de uma proposta de compreensão da realidade baseada na necessidade de integração entre os conhecimentos científico, filosófico e moral, com o objetivo de lançar sobre o real um olhar que não negligenciasse nem o imperativo da investigação empírica na construção do conhecimento, nem a dimensão espiritual e interior do Homem.
Tendo iniciado a publicação das obras da Codificação em 18 de abril de 1857, quando veio à luz O Livro dos Espíritos, considerado como o marco de fundação do Espiritismo, após o lançamento da Revista Espírita (1 de janeiro de 1858), fundou, nesse mesmo ano, a primeira sociedade espírita regularmente constituída, com o nome de Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
[editar] Os últimos anos
Túmulo de Allan Kardec em Paris.Kardec passou os anos finais da sua vida dedicado à divulgação do Espiritismo entre os diversos simpatizantes, e defendê-lo dos opositores. Faleceu em Paris, a 31 de março de 1869, aos 64 anos (65 anos incompletos) de idade[13], em decorrência da ruptura de um aneurisma, quando trabalhava numa obra sobre as relações entre o Magnetismo e o Espiritismo, ao mesmo tempo em que se preparava para uma mudança de local de trabalho. Está sepultado no Cemitério do Père-Lachaise, uma célebre necrópole da capital francesa. Junto ao túmulo, erguido como os dólmens druídicos, Acima de sua tumba, seu lema: "Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei", em francês.
Em seu sepultamento, o astrônomo francês e amigo pessoal de Kardec, Camille Flammarion, proferiu o seguinte discurso, ressaltando a sua admiração por aquele que ali baixava ao túmulo:[14]
“ Voltaste a esse mundo donde viemos e colhes o fruto de teus estudos terrestres. Aos nossos pés dorme o teu envoltório, extinguiu-se o teu cérebro, fecharam-se-te os olhos para não mais se abrirem, não mais ouvida será a tua palavra... Sabemos que todos havemos de mergulhar nesse mesmo último sono, de volver a essa mesma inércia, a esse mesmo pó. Mas, não é nesse envoltório que pomos a nossa glória e a nossa esperança. Tomba o corpo, a alma permanece e retorna ao Espaço. Encontrar-nos-emos num mundo melhor e no céu imenso onde usaremos das nossas mais preciosas faculdades, onde continuaremos os estudos para cujo desenvolvimento a Terra é teatro por demais acanhado. (...) Até à vista, meu caro Allan Kardec, até à vista!
”
—Camille Flammarion
Sobre Kardec, Gabriel Delanne escreveu:[15]
“ Substituindo a fé cega numa vida futura, pela inquebrantável certeza, resultante de constatações científicas, tal é o inestimável serviço prestado por Allan Kardec à humanidade.
”
—Gabriel Delanne
[editar] Obras
[editar] Obras didáticas
Contracapa da versão de 1860 d'O Livro dos Espíritos, a principal obra publicada por Kardec.O professor Rivail escreveu diversos livros pedagógicos, dentre os quais destacam-se[16]:
1824 - Curso prático e teórico de Aritmética, segundo o método de Pestalozzi, para uso dos professores e mães de família, com modificações - 2 tomos
1828 - Plano proposto para melhoramento da Instrução Pública
1831 - Gramática Francesa Clássica
1831 - Qual o sistema de estudo mais consentâneo com as necessidades da época?.
1846 - Manual dos exames para os títulos de capacidade: soluções racionais de questões e problemas de Aritmética e de Geometria
1848 - Catecismo gramatical da Língua Francesa
1849 - Programa dos Cursos ordinários de Química, Física, Astronomia, Fisiologia
1849 - Ditados normais dos exames da Municipalidade e da Sorbona
1849 - Ditados especiais sobre as dificuldades ortográficas
[editar] Diplomas obtidos
Lista dos principais diplomas obtidos por Denizard Rivail durante a sua carreira de professor e diretor de colégio [17]:
Diploma de fundador da Sociedade de Previdência dos Diretores de Colégios e Internatos de Paris - 1829
Diploama da Socidedade para a Instrução Elementar - 1847. Secretário geral: H. Carnot.
Diploma do Instituto de Línguas, fundado em 1837. Presidente: Conde Le Peletier-Jaunay.
Diploma da Sociedade de Educação Nacional, constituída pelos diretores de Colégios e de Internatos da França - 1835. Presidente: Geoffroy de Saint-Hilaire.
Diploma da Sociedade Gramatical, fundada em Paris em 1807, por Urbain Domergue - 1829.
Diploma da Sociedade de Emulação e de Agricultura do Departamento do Ain - 1828 (Rivail fora designado para expor e apresentar em França o método de Pestalozzi).
Diploma do Instituto Histórico, fundado em 24 de Dezembro de 1833 e organizado a 6 de Abril de 1834. Presidente: Michaud, membro da academia francesa.
Diploma da Sociedade Francesa de Estatística Universal, fundada em Paris, em 22 de Novembro de 1820, por César Moreau.
Diploma da Sociedade de Incentivo à Indústria Nacional, fundada por Jomard, membro do Instituto.
Medalha de ouro, 1º prêmio, conferida pela Sociedade Real de Arrás, no concurso realizado em 1831, sobre educação e ensino.
[editar] Obras espíritas
As cinco obras fundamentais que versam sobre o Espiritismo, sob o pseudônimo Allan Kardec, são:
O Livro dos Espíritos, Princípios da Doutrina Espírita, publicado em 18 de abril de 1857;
O Livro dos Médiuns ou Guia dos Médiuns e dos Evocadores, em janeiro de 1861;
O Evangelho segundo o Espiritismo, em abril de 1864;
O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo, em agosto de 1865;
A Gênese, os Milagres e as Predições segundo o Espiritismo, em janeiro de 1868.
Além delas, como Kardec, publicou mais cinco obras complementares:
Revista Espírita (periódico de estudos psicológicos), publicada mensalmente de 1 de janeiro de 1858 a 1869;
O que é o Espiritismo (resumo sob a forma de perguntas e respostas), em 1859;
Instrução prática sobre as manifestações espíritas (substituída pelo Livro dos Médiuns; publicada no Brasil pela editora O Pensamento)
O Espiritismo em sua expressão mais simples, em 1862;
Viagem Espírita de 1862 (publicada no Brasil pela editora O Clarim).
Após o seu falecimento, viria à luz:
Obras Póstumas, em 1890.
Outras obras menos conhecidas foram também publicadas no Brasil:
O principiante espírita (pela editora O Pensamento)
A Obsessão (pela editora O Clarim)
[editar] Citações
"A Doutrina Espírita transforma completamente a perspectiva do futuro. A vida futura deixa de ser uma hipótese para ser realidade. O estado das almas depois da morte não é mais um sistema, porém o resultado da observação. Ergueu-se o véu; o mundo espiritual aparece-nos na plenitude de sua realidade prática; não foram os homens que o descobriram pelo esforço de uma concepção engenhosa, são os próprios habitantes desse mundo que nos vêm descrever a sua situação."[18]
Allan Kardec."Como meio de elaboração, o Espiritismo procede exatamente da mesma forma que as ciências positivas, aplicando o método experimental. Fatos novos se apresentam, que não podem ser explicados pelas leis conhecidas; ele os observa, compara, analisa e, remontando dos efeitos às causas, chega à lei que os rege; depois, deduz-lhes as consequências e busca as aplicações úteis. Não estabeleceu nenhuma teoria preconcebida; assim, não apresentou como hipóteses a existência e a intervenção dos Espíritos, nem o perispírito, nem a reencarnação, nem qualquer dos princípios da doutrina; concluiu pela existência dos Espíritos, quando essa existência ressaltou evidente da observação dos fatos, procedendo de igual maneira quanto aos outros princípios. Não foram os fatos que vieram a posteriori confirmar a teoria: a teoria é que veio subsequentemente explicar e resumir os fatos. É, pois, rigorosamente exato dizer-se que o Espiritismo é uma ciência de observação e não produto da imaginação. As ciências só fizeram progressos importantes depois que seus estudos se basearam sobre o método experimental; até então, acreditou-se que esse método também só era aplicável à matéria, ao passo que o é também às coisas metafísicas."[19]
"(...)o Espiritismo, restituindo ao Espírito o seu verdadeiro papel na criação, constatando a superioridade da inteligência sobre a matéria, apaga naturalmente todas as distinções estabelecidas entre os homens segundo as vantagens corpóreas e mundanas, sobre as quais o orgulho fundou castas e os estúpidos preconceitos de cor. O Espiritismo, alargando o círculo da família pela pluralidade das existências, estabelece entre os homens uma fraternidade mais racional do que aquela que não tem por base senão os frágeis laços da matéria, porque esses laços são perecíveis, ao passo que os do Espírito são eternos. Esses laços, uma vez bem compreendidos, influirão pela força das coisas, sobre as relações sociais, e mais tarde sobre a Legislação social, que tomará por base as leis imutáveis do amor e da caridade; então ver-se-á desaparecerem essa anomalias que chocam os homens de bom senso, como as leis da Idade Média chocam os homens de hoje..."[20]
O pseudônimo "Allan Kardec", segundo biografias, foi adotado pelo Prof. Rivail a fim de diferenciar a Codificação Espírita dos seus trabalhos pedagógicos anteriores. Segundo algumas fontes, o pseudônimo foi escolhido pois um espírito revelou-lhe que haviam vivido juntos entre os druidas, na Gália, e que então o Codificador se chamava "Allan Kardec".[2]
No 4º Congresso Mundial em Paris (2004), o médium brasileiro Divaldo Pereira Franco psicografou uma mensagem atribuída ao espírito de León Denis em francês (invertida) declarando que Allan Kardec fora a reencarnação de Jan Hus, um reformador religioso do século XV. Esta informação já foi dada em diversas fontes diferentes[3][4][5][6], o que está de acordo com o Controle Universal do Ensino dos Espíritos, que Kardec definiu da seguinte forma: "uma só garantia séria existe para o ensino dos Espíritos - a concordância que haja entre as revelações que eles façam espontaneamente, servindo-se de grande número de médiuns estranhos uns aos outros e em vários lugares."[7]
[editar] Biografia
[editar] A juventude e a atividade pedagógica
Allan Kardec e sua esposa Amélie Gabrielle Boudet.Nascido numa antiga família de orientação católica com tradição na magistratura e na advocacia, desde cedo manifestou propensão para o estudo das ciências e da filosofia.
Fez os seus estudos na Escola de Pestalozzi, no Castelo de Zahringenem, em Yverdon-les-Bains, na Suíça (país protestante), tornando-se um dos seus mais distintos discípulos e ativo propagador de seu método, que tão grande influência teve na reforma do ensino na França e na Alemanha. Aos quatorze anos de idade já ensinava aos seus colegas menos adiantados, criando cursos gratuitos para os mesmos. Aos dezoito, bacharelou-se em Ciências e Letras.
Concluídos os seus estudos, o jovem Rivail retornou ao seu país natal. Profundo conhecedor da língua alemã, traduzia para este idioma diferentes obras de educação e de moral, com destaque para as obras de François Fénelon, pelas quais manifestava particular atração. Conhecia a fundo os idiomas francês, alemão, inglês e holandês, além de dominar perfeitamente os idiomas italiano e espanhol.
Era membro de diversas sociedades, entre as quais da Academia Real de Arras, que, em concurso promovido em 1831, premiou-lhe uma memória com o tema "Qual o sistema de estudos mais de harmonia com as necessidades da época?".[8]
A 6 de fevereiro de 1832 desposou Amélie Gabrielle Boudet. Em 1824, retornou a Paris e publicou um plano para aperfeiçoamento do ensino público. Após o ano de 1834, passou a lecionar, publicando diversas obras sobre educação, e tornou-se membro da Real Academia de Ciências Naturais[9].
Como pedagogo, o jovem Rivail dedicou-se à luta para uma maior democratização do ensino público. Entre 1835 e 1840, manteve em sua residência, à rua de Sèvres, cursos gratuitos de Química, Física, Anatomia[10] comparada, Astronomia e outros. Nesse período, preocupado com a didática, criou um engenhoso método de ensinar a contar e um quadro mnemônico da História de França, visando facilitar ao estudante memorizar as datas dos acontecimentos de maior expressão e as descobertas de cada reinado do país.
As materias que lecionou como pedagogo são: Química, Matemática, Astronomia, Física, Fisiologia, Retórica, Anatomia Comparada e Francês [11].
[editar] Das mesas girantes à Codificação
Kardec em 1865.Conforme o seu próprio depoimento, publicado em Obras Póstumas, foi em 1854 que o Prof. Rivail ouviu falar pela primeira vez do fenômeno das "mesas girantes", bastante difundido à época, através do seu amigo Fortier, um magnetizador de longa data. Sem dar muita atenção ao relato naquele momento, atribuindo-o somente ao chamado magnetismo animal de que era estudioso, só em maio de 1855 sua curiosidade se voltou efetivamente para as mesas, quando começou a frequentar reuniões em que tais fenômenos se produziam.
Durante este período, também tomou conhecimento do fenômeno da escrita mediúnica - ou psicografia, e assim passou a se comunicar com os espíritos. Um desses espíritos, conhecido como um "espírito familiar", passa a orientar os seus trabalhos. Mais tarde, este espírito iria lhe informar que já o conhecia no tempo das Gálias, com o nome de Allan Kardec. Assim, Rivail passa a adotar este pseudônimo, sob o qual publicou as obras que sintetizam as leis da Doutrina Espírita[12].
Convencendo-se de que o movimento e as respostas complexas das mesas deviam-se à intervenção de espíritos, Kardec dedicou-se à estruturação de uma proposta de compreensão da realidade baseada na necessidade de integração entre os conhecimentos científico, filosófico e moral, com o objetivo de lançar sobre o real um olhar que não negligenciasse nem o imperativo da investigação empírica na construção do conhecimento, nem a dimensão espiritual e interior do Homem.
Tendo iniciado a publicação das obras da Codificação em 18 de abril de 1857, quando veio à luz O Livro dos Espíritos, considerado como o marco de fundação do Espiritismo, após o lançamento da Revista Espírita (1 de janeiro de 1858), fundou, nesse mesmo ano, a primeira sociedade espírita regularmente constituída, com o nome de Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
[editar] Os últimos anos
Túmulo de Allan Kardec em Paris.Kardec passou os anos finais da sua vida dedicado à divulgação do Espiritismo entre os diversos simpatizantes, e defendê-lo dos opositores. Faleceu em Paris, a 31 de março de 1869, aos 64 anos (65 anos incompletos) de idade[13], em decorrência da ruptura de um aneurisma, quando trabalhava numa obra sobre as relações entre o Magnetismo e o Espiritismo, ao mesmo tempo em que se preparava para uma mudança de local de trabalho. Está sepultado no Cemitério do Père-Lachaise, uma célebre necrópole da capital francesa. Junto ao túmulo, erguido como os dólmens druídicos, Acima de sua tumba, seu lema: "Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei", em francês.
Em seu sepultamento, o astrônomo francês e amigo pessoal de Kardec, Camille Flammarion, proferiu o seguinte discurso, ressaltando a sua admiração por aquele que ali baixava ao túmulo:[14]
“ Voltaste a esse mundo donde viemos e colhes o fruto de teus estudos terrestres. Aos nossos pés dorme o teu envoltório, extinguiu-se o teu cérebro, fecharam-se-te os olhos para não mais se abrirem, não mais ouvida será a tua palavra... Sabemos que todos havemos de mergulhar nesse mesmo último sono, de volver a essa mesma inércia, a esse mesmo pó. Mas, não é nesse envoltório que pomos a nossa glória e a nossa esperança. Tomba o corpo, a alma permanece e retorna ao Espaço. Encontrar-nos-emos num mundo melhor e no céu imenso onde usaremos das nossas mais preciosas faculdades, onde continuaremos os estudos para cujo desenvolvimento a Terra é teatro por demais acanhado. (...) Até à vista, meu caro Allan Kardec, até à vista!
”
—Camille Flammarion
Sobre Kardec, Gabriel Delanne escreveu:[15]
“ Substituindo a fé cega numa vida futura, pela inquebrantável certeza, resultante de constatações científicas, tal é o inestimável serviço prestado por Allan Kardec à humanidade.
”
—Gabriel Delanne
[editar] Obras
[editar] Obras didáticas
Contracapa da versão de 1860 d'O Livro dos Espíritos, a principal obra publicada por Kardec.O professor Rivail escreveu diversos livros pedagógicos, dentre os quais destacam-se[16]:
1824 - Curso prático e teórico de Aritmética, segundo o método de Pestalozzi, para uso dos professores e mães de família, com modificações - 2 tomos
1828 - Plano proposto para melhoramento da Instrução Pública
1831 - Gramática Francesa Clássica
1831 - Qual o sistema de estudo mais consentâneo com as necessidades da época?.
1846 - Manual dos exames para os títulos de capacidade: soluções racionais de questões e problemas de Aritmética e de Geometria
1848 - Catecismo gramatical da Língua Francesa
1849 - Programa dos Cursos ordinários de Química, Física, Astronomia, Fisiologia
1849 - Ditados normais dos exames da Municipalidade e da Sorbona
1849 - Ditados especiais sobre as dificuldades ortográficas
[editar] Diplomas obtidos
Lista dos principais diplomas obtidos por Denizard Rivail durante a sua carreira de professor e diretor de colégio [17]:
Diploma de fundador da Sociedade de Previdência dos Diretores de Colégios e Internatos de Paris - 1829
Diploama da Socidedade para a Instrução Elementar - 1847. Secretário geral: H. Carnot.
Diploma do Instituto de Línguas, fundado em 1837. Presidente: Conde Le Peletier-Jaunay.
Diploma da Sociedade de Educação Nacional, constituída pelos diretores de Colégios e de Internatos da França - 1835. Presidente: Geoffroy de Saint-Hilaire.
Diploma da Sociedade Gramatical, fundada em Paris em 1807, por Urbain Domergue - 1829.
Diploma da Sociedade de Emulação e de Agricultura do Departamento do Ain - 1828 (Rivail fora designado para expor e apresentar em França o método de Pestalozzi).
Diploma do Instituto Histórico, fundado em 24 de Dezembro de 1833 e organizado a 6 de Abril de 1834. Presidente: Michaud, membro da academia francesa.
Diploma da Sociedade Francesa de Estatística Universal, fundada em Paris, em 22 de Novembro de 1820, por César Moreau.
Diploma da Sociedade de Incentivo à Indústria Nacional, fundada por Jomard, membro do Instituto.
Medalha de ouro, 1º prêmio, conferida pela Sociedade Real de Arrás, no concurso realizado em 1831, sobre educação e ensino.
[editar] Obras espíritas
As cinco obras fundamentais que versam sobre o Espiritismo, sob o pseudônimo Allan Kardec, são:
O Livro dos Espíritos, Princípios da Doutrina Espírita, publicado em 18 de abril de 1857;
O Livro dos Médiuns ou Guia dos Médiuns e dos Evocadores, em janeiro de 1861;
O Evangelho segundo o Espiritismo, em abril de 1864;
O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo, em agosto de 1865;
A Gênese, os Milagres e as Predições segundo o Espiritismo, em janeiro de 1868.
Além delas, como Kardec, publicou mais cinco obras complementares:
Revista Espírita (periódico de estudos psicológicos), publicada mensalmente de 1 de janeiro de 1858 a 1869;
O que é o Espiritismo (resumo sob a forma de perguntas e respostas), em 1859;
Instrução prática sobre as manifestações espíritas (substituída pelo Livro dos Médiuns; publicada no Brasil pela editora O Pensamento)
O Espiritismo em sua expressão mais simples, em 1862;
Viagem Espírita de 1862 (publicada no Brasil pela editora O Clarim).
Após o seu falecimento, viria à luz:
Obras Póstumas, em 1890.
Outras obras menos conhecidas foram também publicadas no Brasil:
O principiante espírita (pela editora O Pensamento)
A Obsessão (pela editora O Clarim)
[editar] Citações
"A Doutrina Espírita transforma completamente a perspectiva do futuro. A vida futura deixa de ser uma hipótese para ser realidade. O estado das almas depois da morte não é mais um sistema, porém o resultado da observação. Ergueu-se o véu; o mundo espiritual aparece-nos na plenitude de sua realidade prática; não foram os homens que o descobriram pelo esforço de uma concepção engenhosa, são os próprios habitantes desse mundo que nos vêm descrever a sua situação."[18]
Allan Kardec."Como meio de elaboração, o Espiritismo procede exatamente da mesma forma que as ciências positivas, aplicando o método experimental. Fatos novos se apresentam, que não podem ser explicados pelas leis conhecidas; ele os observa, compara, analisa e, remontando dos efeitos às causas, chega à lei que os rege; depois, deduz-lhes as consequências e busca as aplicações úteis. Não estabeleceu nenhuma teoria preconcebida; assim, não apresentou como hipóteses a existência e a intervenção dos Espíritos, nem o perispírito, nem a reencarnação, nem qualquer dos princípios da doutrina; concluiu pela existência dos Espíritos, quando essa existência ressaltou evidente da observação dos fatos, procedendo de igual maneira quanto aos outros princípios. Não foram os fatos que vieram a posteriori confirmar a teoria: a teoria é que veio subsequentemente explicar e resumir os fatos. É, pois, rigorosamente exato dizer-se que o Espiritismo é uma ciência de observação e não produto da imaginação. As ciências só fizeram progressos importantes depois que seus estudos se basearam sobre o método experimental; até então, acreditou-se que esse método também só era aplicável à matéria, ao passo que o é também às coisas metafísicas."[19]
"(...)o Espiritismo, restituindo ao Espírito o seu verdadeiro papel na criação, constatando a superioridade da inteligência sobre a matéria, apaga naturalmente todas as distinções estabelecidas entre os homens segundo as vantagens corpóreas e mundanas, sobre as quais o orgulho fundou castas e os estúpidos preconceitos de cor. O Espiritismo, alargando o círculo da família pela pluralidade das existências, estabelece entre os homens uma fraternidade mais racional do que aquela que não tem por base senão os frágeis laços da matéria, porque esses laços são perecíveis, ao passo que os do Espírito são eternos. Esses laços, uma vez bem compreendidos, influirão pela força das coisas, sobre as relações sociais, e mais tarde sobre a Legislação social, que tomará por base as leis imutáveis do amor e da caridade; então ver-se-á desaparecerem essa anomalias que chocam os homens de bom senso, como as leis da Idade Média chocam os homens de hoje..."[20]
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
ENTRE DEUS E O DEMONIO... VOCE ESCOLHE
COMO É ENGRAÇADO QUANDO A GENTE FALA DE POLITICA... EXALTA TODO MUNDO... ATÉ OS CALADOS FICAM HISTÉRICOS...
ENFIM GOSTARIA QUE TODOS PENSASSEM COMO NA ELEIÇÃO E FIZESSEM DESSE MOMENTO UNICO UM MOMENTO DE CONFRATERNIZAÇÃO PARA BUSCARMOS SOLUÇÕES... E NÃO CRITICAS OU DEFESAS DE QUE OS NEO-LIBERAIS SÃO OS OUTROS... COMO SE OS PETISTAS SEJAM TÃO HONESTOS...
TÃO INOCENTES... QUE SÃO PATROCINADOS PELA FARC... E NEM SABEM DISSO... E DIZEM E FALAM QUE NADA DISSO É VERDADE... E QUE É A MIDIA QUE INFORMA ERRADO...
SOMOS TODOS TOLOS EM ACREDITAR NA INOCÊNCIA DO FILHO DO LULA QUE EM TÃO POUCO TEMPO ENRIQUECEU... MILHÕES E MILHÕES DE DOLARES EM UMA FAZENDA NO NORDESTE...
E QUE O DANTAS NINGUÉM O PROCESSOU E O RETIROU DA CADEIA POR DUAS VEZES... E APOSENTARAM O BARBOSA .. SIM O MINISTRO NEGRO COM DORES NA COLUNA...
ENTÃO ... SOMOS TOLOS EM ACREDITAR QUE NADA DISSO ACONTECEU... QUE TUDO CONTINUA LINDO E MARAVILHOSO COMO DANTES...
SEI QUE TODOS VOCES QUE LEEM O QUE ESCREVO NEM SEMPRE CONCORDAM... MAS ACEITAM A MINHA MANEIRA DIRETA DE DIZER.... ME DEFENDO COMO POSSO... MAS NÃO SOU HIPOCRITA COMO ALGUNS QUE SE ESCONDEM NA MANTA DE INGENUIDADE... E NOS COBRAM QUE TEMOS CURSO SUPERIOR E QUE SOMOS ACADEMICOS... E NEO-LIBERAIS E QUE QUEREMOS UM GOVERNO DESPOTA...
MAS QUE GOVERNO É ESSE QUE ESTA NO PODER E QUE APOIA TODOS OS DESPOTAS QUE EXISTEM NA AMERICA... SE DIZ DEMOCRATICO... E DEFENDE QUE O PAIS É PARA OS POBRES... TOLOS AQUELES QUE ACREDITAM NISSO...
QUEM É DONO DESSE PAÍS SÃO APENAS 4 PORCENTO DA POPULAÇÃO E CADA VEZ ESSA PERCENTAGEM DIMINUI... E OS RICOS SÃO AQUELES QUE SONEGAM IMPOSTOS... QUE SÃO CONLUIOS COM O NOSSO DIGNISSIMO ... DR HONORIS CAUSA... DA BOLSA FAMILIA... QUE SE JULGA QUE FOI ELE QUE CRIOU... SE ESQUECEU QUE FOI A DONA RUTH CARDOSO... MEMORIA CURTA TEM ESSE HOMEM QUE SE DIGNO DE SER COMPARADO A GETULIO... QUE PENA...
ESTADISTA FOI O GETULIO E QUE COMO DITADOR QUE QUIS SER... ALGUÉM O FEZ DESISTIR E SUICIDAR... SIM NINGUÉM O MATOU... SIMPLESMENTE FUGIU DA RAIA....
POR ISSO AMIGO... LEITOR E AMIGO QUE COMIGO COMUNGA NAS MINHAS IDEIAS... PRECISAMOS DE SOLUÇÃO.... POIS PROBLEMAS ESTE GOVERNO NOS TROUXE MUITOS...]
BEM SE PUDEREM PENSAR... QUE PENSEM EM VOTAR MELHOR NESTA PROXIMA ELEIÇÃO E ESCOLHA REALMENTE ALGUÉM DECENTE... E NÃO DIGO QUEM... POIS DIRÃO QUE ESTOU A FAVOR OU CONTRA ALGUÉM... E NEM PRECISA DIZER QUEM....
BOM FIM DE SEMANA E QUE TODOS TENHAM BOM SENSO DE NÃO DISCUTIR POLITICA... POIS SER DEMOCRATICO É ACEITAR E ACATAR O QUE OUTRO PENSA... SABIAS????? DR. WALDIR?????
ENFIM GOSTARIA QUE TODOS PENSASSEM COMO NA ELEIÇÃO E FIZESSEM DESSE MOMENTO UNICO UM MOMENTO DE CONFRATERNIZAÇÃO PARA BUSCARMOS SOLUÇÕES... E NÃO CRITICAS OU DEFESAS DE QUE OS NEO-LIBERAIS SÃO OS OUTROS... COMO SE OS PETISTAS SEJAM TÃO HONESTOS...
TÃO INOCENTES... QUE SÃO PATROCINADOS PELA FARC... E NEM SABEM DISSO... E DIZEM E FALAM QUE NADA DISSO É VERDADE... E QUE É A MIDIA QUE INFORMA ERRADO...
SOMOS TODOS TOLOS EM ACREDITAR NA INOCÊNCIA DO FILHO DO LULA QUE EM TÃO POUCO TEMPO ENRIQUECEU... MILHÕES E MILHÕES DE DOLARES EM UMA FAZENDA NO NORDESTE...
E QUE O DANTAS NINGUÉM O PROCESSOU E O RETIROU DA CADEIA POR DUAS VEZES... E APOSENTARAM O BARBOSA .. SIM O MINISTRO NEGRO COM DORES NA COLUNA...
ENTÃO ... SOMOS TOLOS EM ACREDITAR QUE NADA DISSO ACONTECEU... QUE TUDO CONTINUA LINDO E MARAVILHOSO COMO DANTES...
SEI QUE TODOS VOCES QUE LEEM O QUE ESCREVO NEM SEMPRE CONCORDAM... MAS ACEITAM A MINHA MANEIRA DIRETA DE DIZER.... ME DEFENDO COMO POSSO... MAS NÃO SOU HIPOCRITA COMO ALGUNS QUE SE ESCONDEM NA MANTA DE INGENUIDADE... E NOS COBRAM QUE TEMOS CURSO SUPERIOR E QUE SOMOS ACADEMICOS... E NEO-LIBERAIS E QUE QUEREMOS UM GOVERNO DESPOTA...
MAS QUE GOVERNO É ESSE QUE ESTA NO PODER E QUE APOIA TODOS OS DESPOTAS QUE EXISTEM NA AMERICA... SE DIZ DEMOCRATICO... E DEFENDE QUE O PAIS É PARA OS POBRES... TOLOS AQUELES QUE ACREDITAM NISSO...
QUEM É DONO DESSE PAÍS SÃO APENAS 4 PORCENTO DA POPULAÇÃO E CADA VEZ ESSA PERCENTAGEM DIMINUI... E OS RICOS SÃO AQUELES QUE SONEGAM IMPOSTOS... QUE SÃO CONLUIOS COM O NOSSO DIGNISSIMO ... DR HONORIS CAUSA... DA BOLSA FAMILIA... QUE SE JULGA QUE FOI ELE QUE CRIOU... SE ESQUECEU QUE FOI A DONA RUTH CARDOSO... MEMORIA CURTA TEM ESSE HOMEM QUE SE DIGNO DE SER COMPARADO A GETULIO... QUE PENA...
ESTADISTA FOI O GETULIO E QUE COMO DITADOR QUE QUIS SER... ALGUÉM O FEZ DESISTIR E SUICIDAR... SIM NINGUÉM O MATOU... SIMPLESMENTE FUGIU DA RAIA....
POR ISSO AMIGO... LEITOR E AMIGO QUE COMIGO COMUNGA NAS MINHAS IDEIAS... PRECISAMOS DE SOLUÇÃO.... POIS PROBLEMAS ESTE GOVERNO NOS TROUXE MUITOS...]
BEM SE PUDEREM PENSAR... QUE PENSEM EM VOTAR MELHOR NESTA PROXIMA ELEIÇÃO E ESCOLHA REALMENTE ALGUÉM DECENTE... E NÃO DIGO QUEM... POIS DIRÃO QUE ESTOU A FAVOR OU CONTRA ALGUÉM... E NEM PRECISA DIZER QUEM....
BOM FIM DE SEMANA E QUE TODOS TENHAM BOM SENSO DE NÃO DISCUTIR POLITICA... POIS SER DEMOCRATICO É ACEITAR E ACATAR O QUE OUTRO PENSA... SABIAS????? DR. WALDIR?????
terça-feira, 10 de agosto de 2010
ta chegando a hora.... de votar
NÃO FAÇO APOLOGIA AO CRIME.... A CORRUPÇÃO.... A FALTA DE ETICA.... OU MESMO A FALSA MORALIDADE... A DEMAGOGIA.... A FALTA DE CARATER... A VERGONHA DE SER BRASILEIRO....
MAS AQUI FAÇO A MINHA SIMPLES HOMENAGEM AO HUMILDE TRABALHADOR QUE VIVE NESTE NORDESTE DE SOL A SOL... NA TERRA DO PRESIDENTE... TRABALHANDO... SEM BOLSA FAMILIA... SEM AJUDA NENHUMA...
NEM PRECISO DIZER QUE ELE NADA QUER DESSE SEU CONTERRANEO... QUE DESCANSE EM PAZ... E SE FOR ENTERRADO... QUE NÃO SERÁ NESTE TORRÃO NATAL... POIS AQUI ELE DEPOIS QUE SE ELEGEU... NEM PASSA POR AQUI... SO... VOANDO... LÁ EM CIMA...
CABRA DA PESTE ... COMO DIZ ESTE NOSSO AMIGO... QUE SOFRE HÁ MUITO DE ARTRITE... MAS NÃO LAMENTA... DE ESTAR SEM ARRIO E SEM A SORTE DOS AMIGOS DO PRESIDENTE...
QUE JAMAIS SE LEMBRA DE GUARANHUNS... POIS DAQUI SAIU NUM PAU DE ARARA... E NUNCA MAIS VOLTOU.... VEM COM TANTA SEGURANÇA QUE NINGUÉM PODE CHEGAR PERTO... MEDO DE POBRE OU NOJO... COM UM TERNO AMRANI... DAQUELES... É MAIS NOJO...
E PENSAR QUE ESTE CABRA JÁ FOI POBRE... E JA FOI METALURGICO... JA FOI BOM CABRA DA PESTE... UM SUJEITO... QUE TODOS APRECIAVAM... ANTES DELE SER PRESIDENTE...
AGORA QUE DE NOVO SE ELEGER... QUERENDO DIZER QUE O MUNDO VAI MELHORAR... SO SE FOR SO PARA ELE... OU PARA ELA... POIS NÃO ACREDITO.... NAS PROMESSAS DELE... POIS NÃO VEJO NINGUÉM POR AQUI DIZER BEM DELE... NEM MESMO EU... MAS TENHO A CERTEZA QUE SE VIER AQUI SOZINHO... NINGUÉM... VAI SE PREOCUPAR... POIS ELE VAI SER MAIS UN NORDESTINO... SEM SEU FILHO LULINHA POSSA DAR GUARIDA... POIS NA MINHA CASA ELE NÃO ENTRA ... NEM CONVIDADO... MUITO MENOS COMO AMIGO... .POIS CABRA RUIM... DEUS MATA... NEM PRECISA PEDIR... QUE ELE DA CONTA DELE....
MAS AQUI FAÇO A MINHA SIMPLES HOMENAGEM AO HUMILDE TRABALHADOR QUE VIVE NESTE NORDESTE DE SOL A SOL... NA TERRA DO PRESIDENTE... TRABALHANDO... SEM BOLSA FAMILIA... SEM AJUDA NENHUMA...
NEM PRECISO DIZER QUE ELE NADA QUER DESSE SEU CONTERRANEO... QUE DESCANSE EM PAZ... E SE FOR ENTERRADO... QUE NÃO SERÁ NESTE TORRÃO NATAL... POIS AQUI ELE DEPOIS QUE SE ELEGEU... NEM PASSA POR AQUI... SO... VOANDO... LÁ EM CIMA...
CABRA DA PESTE ... COMO DIZ ESTE NOSSO AMIGO... QUE SOFRE HÁ MUITO DE ARTRITE... MAS NÃO LAMENTA... DE ESTAR SEM ARRIO E SEM A SORTE DOS AMIGOS DO PRESIDENTE...
QUE JAMAIS SE LEMBRA DE GUARANHUNS... POIS DAQUI SAIU NUM PAU DE ARARA... E NUNCA MAIS VOLTOU.... VEM COM TANTA SEGURANÇA QUE NINGUÉM PODE CHEGAR PERTO... MEDO DE POBRE OU NOJO... COM UM TERNO AMRANI... DAQUELES... É MAIS NOJO...
E PENSAR QUE ESTE CABRA JÁ FOI POBRE... E JA FOI METALURGICO... JA FOI BOM CABRA DA PESTE... UM SUJEITO... QUE TODOS APRECIAVAM... ANTES DELE SER PRESIDENTE...
AGORA QUE DE NOVO SE ELEGER... QUERENDO DIZER QUE O MUNDO VAI MELHORAR... SO SE FOR SO PARA ELE... OU PARA ELA... POIS NÃO ACREDITO.... NAS PROMESSAS DELE... POIS NÃO VEJO NINGUÉM POR AQUI DIZER BEM DELE... NEM MESMO EU... MAS TENHO A CERTEZA QUE SE VIER AQUI SOZINHO... NINGUÉM... VAI SE PREOCUPAR... POIS ELE VAI SER MAIS UN NORDESTINO... SEM SEU FILHO LULINHA POSSA DAR GUARIDA... POIS NA MINHA CASA ELE NÃO ENTRA ... NEM CONVIDADO... MUITO MENOS COMO AMIGO... .POIS CABRA RUIM... DEUS MATA... NEM PRECISA PEDIR... QUE ELE DA CONTA DELE....
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